Para o Skokka, 27 de fevereiro não é só mais um dia no calendário. É a oportunidade de falar do que a gente já faz o ano inteiro: apoiar quem está na linha de frente defendendo autonomia, dignidade e proteção.
Não porque é bonito postar. Não porque melhora a imagem. Mas porque quando você trabalha com liberdade de escolha, não pode ignorar quem teve essa liberdade roubada.
O Skokka apoia causas sociais todos os dias, não só quando o calendário manda.
E hoje, a gente quer te mostrar como isso funciona na prática.
A CONTA QUE NINGUÉM QUER VER
Vamos falar do que ninguém fala: ONG também paga conta. Luz, água, internet, aluguel. Aquele psicólogo que atende de graça ainda precisa comer. Aquela advogada que orienta sem cobrar tem filho na escola. E aquele espaço acolhedor onde mulheres encontram refúgio? Alguém paga o IPTU.
Apoio real não é pontual. É contínuo. Não acontece uma vez por ano, não depende de data comemorativa, não espera o momento ideal pra aparecer. Acontece todos os dias, discretamente, constantemente, simplesmente porque é necessário.
FALA MULHER: QUANDO ESCUTAR VIRA AÇÃO

Tem uma ONG em São Paulo chamada Fala Mulher, e o trabalho deles é simples de explicar mas absurdamente difícil de fazer: dar voz pra quem foi silenciada a vida inteira.
A mulher que apanhou e ouviu “você provocou”. A que denunciou e ouviu “mas ele é tão bom pai”. A que pediu ajuda e ouviu “lava roupa suja em casa”. A Fala Mulher olha nos olhos dessa mulher e diz algo que ela talvez nunca tenha ouvido antes: “eu acredito em você”.
Isso não tem preço. Mas tem custo. Psicóloga custa, advogada custa, espaço custa, estrutura custa. Por isso o Skokka repassou R$ 6.000 para a Fala Mulher, não foi “parte do valor”, foram seis mil reais sem pegadinha, sem asterisco, sem letra miúda.
Isso paga quantos meses de atendimento? Quantas horas de escuta? Quantas mulheres acolhidas? A gente não sabe exatamente, mas sabemos que é a diferença entre “infelizmente não podemos atender agora” e “pode entrar, vamos conversar”.
QUANDO O BARRADÃO PAROU PRA OUVIR
No dia 10 de janeiro de 2026, o Barradão estava lotado. Os jogadores entraram de moletom, mas quando tiraram o agasalho, o estádio inteiro viu algo diferente: camisas cobertas de manchas roxas.
Não foi sujeira, não foi erro. Foi proposição. Aquelas manchas representavam as marcas reais que a violência deixa no corpo de uma mulher, e por alguns minutos, todo mundo ficou só prestando atenção.
O Skokka, junto com a Secretaria da Mulher de Salvador e o Vitória, fez isso. Usou o lugar mais barulhento da cidade pra falar do silêncio mais perigoso: o das mulheres que apanham e não conseguem pedir socorro. E se uma única mulher for salva por causa daquelas manchas roxas na camisa, já valeu cada centavo investido.
POR QUE SKOKKA APOIA CAUSAS SOCIAIS?

Ah, essa pergunta. A gente sabe o que você está pensando: “Skokka é plataforma pra adulto, né? Que papo é esse de ONG, de proteção, de responsabilidade social?”
Olha, vamos ser diretos: o Skokka conecta adultos que escolhem estar ali, gente que tem autonomia sobre o próprio corpo e sobre as próprias decisões. E é exatamente por trabalharmos com autonomia que não podemos fingir que não vemos quem teve essa autonomia roubada.
Quando você defende liberdade de escolha, não pode ignorar a mulher que não tem escolha. Quando fala de corpo livre, não pode virar as costas pra quem teve o corpo violado.
A gente não finge. A gente estampa mancha roxa em camisa de time, senta com a Autoridade Nacional de Proteção de Dados para mostrar como a tecnologia pode proteger. Porque uma empresa séria não é aquela que só se preocupa em ajudar e logo postar algo com filtro roxo, mas sim aquela que age nos outros 364 dias do ano.
Hoje é 27 de fevereiro, Dia Mundial das ONGs. Amanhã é dia 28, e sabe o que acontece nesse dia? A Fala Mulher vai continuar atendendo, as mulheres vão continuar precisando de ajuda, as contas vão continuar chegando.
E o Skokka vai continuar apoiando. Não porque rende post bonito ou melhora imagem, mas porque quando você acredita de verdade em algo, não precisa de data no calendário para agir.
As ONGs não tiram folga. A violência não tira folga. E a gente também não.
27 de fevereiro: Dia Mundial das ONGs.
28, 29, 30… 365: dias de continuar fazendo a diferença.
Skokka: muito além do que você imagina.